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    SOCIAL MEDIA BOOK TAG

    A Clayci, lá do Sai da Minha Lente, postou há um tempinho a Social Media Book Tag e eu pensei: Por que não, né? Então vamos lá:

    Twitter: Seu livro favorito mais curto

    Quietinho feito um sapo, de Eline Snel (resenha) é um livro voltado aos pais de crianças, mas não significa que muito do que é apresentado não possa ser aproveitado por adultos iniciantes na prática da meditação.

    Dividido em 10 capítulos curtinhos, o livro começa explicando sobre Mindfullness, a concentração no momento presente, sem preocupações em relação ao passado ou ao futuro. Ao longo dos capítulos, a autora apresenta 11 exercícios fáceis de meditação, bem como explica como podem ser aplicados no dia-a-dia da família. Todos os exercícios estão disponíveis em áudio na página do livro e possuem uma indicação de qual a faixa de idade ideal para cada um deles.

    Facebook: Um livro que todos tentam te pressionar a ler

    É muito difícil alguém me pressionar a ler um livro, já que geralmente sou eu quem pressiono as pessoas a conhecer o último livro maravilhoso que eu descobri. Como não consigo pensar em nenhum livro, vou citar As Crônicas de Gelo e Fogo, que eu mesma me pressiono a ler! haha Comecei a ler o primeiro livro da série alguns anos atrás, mas a leitura não decolou. Por enquanto eles ficam lá no fim da minha TBR. Quem sabe um dia né?

    Tumblr: Um livro que você tenha lido antes de se tornar popular

    Meu queridinho, amor da minha vida “O orfanato da Srta Peregrine para crianças peculiares”, de Ranson Riggs (resenha)

    A trilogia de Ranson Riggs começou a fazer sucesso aqui no Brasil um pouco antes do lançamento do filme, em 2016. Mas eu comecei a ser perseguida por esse livro lá em 2013. Toda vez que eu entrava na Saraiva, lá estava ele, olhando pra mim, me chamando. Com medo de ser algo meio filme de terror, que me deixa curiosa mas morrendo de medo, posterguei a leitura e resisti bravamente. Até que me rendi.

    “Jacob adorava ouvir as histórias sobre as crianças – chamadas de peculiares por seu avô – que podiam levitar, ou ficar invisíveis ou ainda eram mais fortes do que um exército. Mas o tempo passou, e Jacob parou de acreditar em contos de fada, até aquele dia. Ao encontrar o avô morto, Jacob mergulha numa busca por explicações de seu passado naquela tal ilha, que hoje era apenas povoada por escombros de um orfanato, o Lar da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares.” (Sinopse)

    Myspace: Um livro que você não lembra se gostou ou não

    Essa é outra tarefa difícil pra mim. Por mais que às vezes esqueça das histórias, eu sempre lembro como me senti sobre os livros que já li. Mas um livro que eu não sei se gostei ou não, foi O Senhor dos Anéis.

    Eu comecei a ler a trilogia quando tinha recém completado 11 anos, e a leitura se arrastou – acredite se quiser – durante D E Z anos. Eu passei uma década entre ler alguns capítulos, esquecer do livro por meses ou anos, reler algumas páginas, avançar mais um ou dois capítulos. E assim foi até 2011, quando resolvi que ia aproveitar as férias da faculdade para finalizar todas as leituras que tinha abandonado até então.

    Terminei? Terminei. Mas eu realmente não sei se gostei ou não do livro, até porque não lembrava de boa parte da história. E agora fico dividida entre tentar ler de novo ou largar mão e superar.

    Instagram: Um livro tão bonito que você teve que postar uma foto no instagram

    Metade do meu Instagram é comida, e a outra metade são livros. Mas acho que o livro mais bonito que está lá é Contos Peculiares, de Ranson Riggs (resenha).

    Com o sucesso astronômico da trilogia do orfanato da Srta Peregrine, Ransom Riggs publicou em Setembro de 2016 “Tales of the Peculiar” (Contos Peculiares, pela Intrínseca).

    Os que leram a trilogia sabem que o livro é citado durante a história, principalmente por Millard. E agora Ransom Riggs dá voz a Millard para contar e contextualizar alguns destes contos.

    O livro começa com uma introdução escrita por Millard que é, por si só, incrível. As histórias são curtas e encantadoras e muitas carregam mensagens de aceitação de suas peculiaridades e diferenças. Todas são complementadas por incríveis ilustrações em xilogravura de Andrew Davidson. Além da impecável apresentação editorial e gráfica, condizente com a obra de arte que é a edição da trilogia.

    YouTube: Um livro que você quer que vire filme

    Que eu sou completamente apaixonada por John Boyne vocês já sabem né? Um de seus livros, O Menino do Pijama Listrado foi adaptado para o cinema em 2008 e produziu uma obra incrível, que mostra um pouco da realidade da Segunda Guerra Mundial pelos olhos de dois meninos.

    E é por conta da habilidade incrível que Boyne tem de escrever sobre a Alemanha nazista pela perspectiva infantil que eu queria MUITO assistir uma adaptação cinematográfica de O meninono alto da montanha (resenha). Enquanto “O menino do pijama listrado” apresenta a guerra pelos olhos de um menino que, apesar da influência militar, tem compaixão e não entende os acontecimentos, “O menino no alto da montanha” apresenta a guerra pelos olhos de um garoto moldado pelo próprio Hitler.

    Goodreads/Skoob: Um livro que você recomenda a todos

    Eu sou o tipo de pessoa que pensa muito bem antes de emprestar um livro pra alguém. Mas meu amor por Branca como o leite, vermelha como o sangue, de Alessandro d’Avenia é tão grande que eu faço questão de emprestar ele pra todo mundo. Eu já considerei até comprar um novo exemplar, já que o meu, tendo passado por pelo menos uns 10 pares de mãos, já está todo sujinho e marcado.

    A história parece simples – garoto adolescente se apaixona por garota doente – mas a profundidade que o autor dá aos sentimentos envolvidos nessa história te faz querer se afogar nas palavras.

    Esse livro, de um autor que eu nunca havia ouvido falar, que estava na prateleira mais baixa da livraria, desbancou absolutamente todos os outros livros que eu amava. Não consigo sequer achar que faço jus à ele escrevendo isso, de tão incrível que é. Vão ler este livro, urgentemente.

     

    Skype: Um livro com personagens que você gostaria de ser capaz de conversar ao invés de só ler sobre eles

    E, pra acabar com dobradinha de um dos meus autores preferidos, vamos de O que o inferno não é (resenha).

    “Em O que o inferno não é conhecemos Federico, um jovem apaixonado por literatura clássica Italiana e que vive em Palermo. Está concluindo o ensino médio e com viagem marcada para estudar na Inglaterra no verão. Mas suas prioridades mudam quando seu professor de religião, o parri Pino, pede ajuda com as crianças de Brancaccio, um bairro pobre, na periferia da cidade.

    O primeiro contato de Federico com Brancaccio lhe rende um lábio partido e sua bicicleta futada, mas também lhe dá um belo choque de realidade, que faz com que ele veja seus privilégios e como existem pessoas em situação bastante vulnerável em sua própria cidade. Ele desiste de seu intercâmbio e surpreende sua família toda ao mostrar quão determinado está em fazer o que acredita ser o correto.”

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    E agora essa é a hora que você aproveita os comentários pra me pressionar a ler algum livro!


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